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(Re) Esquentando

Oi lindos leitores, tudo bom com todos vocês?

Fiquei feliz em ver que, mesmo na minha ausência, as visitas ao blog não diminuíram. É uma pena ver apenas que, com a minha ausência, muita gente que tinha parceria comigo foi simplesmente tirando os links de suas paginas, e me deixando na mão. Mas tudo bem, já estou tomando as meditas corretas para esse tipo de comportamento. 

Enfim. 
Andei sumido, sim. Desde que viajei para Porto Alegre, em Maio (creio eu) que não tenho postado muitas coisas por aqui. Acontece que nesses últimos tempos sai do escritório de fotografia onde estava trabalhando no Rio de Janeiro, participei de eventos e festas quase todos os dias aqui em São Paulo. Fui obrigado a ir para Fortaleza por duas semanas com uma tia esquecida minha, e também fui para Inglaterra, fazer umas fotos por lá. Levei minha pequena ruivinha para lá também, e as nossas aventuras sexuais só aumentaram! 

Bom, volto a escrever mais por aqui, volto para escrever também mais sobre a Fernandinha, pois, já deve fazer mais de 6 meses que estamos nessa de Amizade colorida, e curtindo como dois jovens devem curtir a vida toda. 

Para (RE) Esquentar o blog, aqui vai uma bela de uma IMAGEM DA SEMANA!



E pra dar aquele gostinho bom na boca dos leitores que já estavam com saudades do Edgar aqui, um pequeno conto erótico:

O relógio marcou as 10:00 e eu ainda estava pelado deitado na cama, cansado por tantas viagens e tantas fotos do dia anterior. Olhei para a varanda e lá estava Fernandinha, parada, só de camisola olhando as ruas da Inglaterra. Ficamos hospedados em Londres por 11 dias. Os melhores dias foram quando acabamos de chegar, porque eu e Fernandinha não parávamos de fazer sexo mas nenhum minuto. 
Foi a primeira vez da garota fora do país, então foi também, além de um ótimo passeio de férias para ela, um intercambio pra ela aprimorar o seu inglês. Infelizmente tivemos que ficar pouco tempo em um pequeno bairro de brasileiros e ficar todo o resto dos nossos dias do lado de um hotel americano, mas o hotel em que mais ficamos e adoramos, e fizemos de TUDO (na mesa, no sofá, na cama, na varanda (vou contar) e na banheira) foi no St. Martins Lane. Aja paciência pra treinar o inglês da menina.
Me levantei feito um gato, o dia estava cinzento e o movimento lá embaixo estava alucinante. Agarrei ela por tras e ela pareceu prever que eu estava admirando-a desde o momento em que acordei:
_Acordou tarde, eu peguei café lá embaixo pra gente.
Beijei a nuca dela, e ela só de olhinhos fechados. Ainda com o cabelo espetado e a camisola toda amassada. Ela pousou a xícara de café de lado e agarrou meus braços que abraçavam seu corpo.
_O café é bem reforçado, tem pizza, croissaint, geléia... 
Eu comecei a interromper ela, nao queria comer, queria ela.

Meu pau estava teso, acordei com aquela vontade que só os homens entendem. Ela erguei a cabeça e me beijou. Estava com barba, mas mesmo assim ela rosou o rosto no meu. Sentiu meu pau teso na sua bunda. Como sou mais alto, preciso dar uma abaixadinha pra ficar bem a altura, e quando ela, ela adora empinar a bundinha. 

Continuei ali atras dela, beijando sua nuca. Cheguei no seu ouvido e comecei a lamber próximo ao buraco do seu brinco. Ela se arrepiou.

Empinou ainda mais a bundinha para mim, eu encaixei meu pau teso bem no meio da bundinha dela. A varanda do hotel era consideravelmente grande, e for analisar, já que ali do lado tinha uma poltroninha azul e verde, bastante chique. Segurei no quadril dela e me sentei na poltroninha. Ela ainda com a bunda empinada, colado no meu pau veio comigo e se sentou no meu colo. 

Eu estava de calça moleton, e ela apenas de camisola e calcinha, estava sentindo meu pau teso inteiro e com enorme volume.
Ela sorriu, apanhou a xícara, tomou um gole e pousou de novo, depois, disfarçadamente, colocou a calcinha de lado. Eu também, disfarçadamente (afinal, nunca se sabe quando estão te espiando no outro prédio ou nas câmeras da rua) tirei meu pau para fora da calça, agora, teso, enorme, grudado na bundinha deliciosa dela. 
Ela sorriu para mim. Eu encostei confortavelmente no apoio da poltroninha e esperei que ela fizesse todo resto. E fez. 
Com a calcinha de lado, ela pegou meu pau e começou a penetra-lo em sua xotinha. Sua xota estava seca, mas ela foi rebolando, rebolando, e a cabeça do meu pau foi entrando de leve. Ela apoiou seus dois braços nos meus joelhos, e eu, ainda segurando seu quadril, comecei a traze-la para mais perto do meu pau, entrando. 

A cabeça ja estava toda dentro. Com a mão direita comecei a alisar a sua bucetinha. ela ainda com as maos apoiadas no meu joelho, esboçou um gemido, e um "continua" para mim. 

Continuei massageando a sua bucetinha, segurei o seu clitóris pequenino com o dedo indicador e o do meio e comecei a massageado, apertando-o, em sentindo horário. Fernandinha foi delirando, e cada vez mais rebolando em cima do meu pau. Sua bucetinha começou a ficar molhada, e o doce barulho da sua bucetinha se abrindo foi surgindo aos nossos ouvidos. 

Ela começou a gemer um pouquinho mais alto, e a sua bucetinha foi se abrindo aos poucos em cima do meu pau. Aos poucos consegui ir encaixando meu pau dentro de sua bucetinha, já larga. Se não fosse larga o suficiente, talvez nem mesmo seria a minha amiga colorida de tantas fodas, e de todos os lugares. 

Entrou a bucetinha e continuei a masturbando. Nem ao menos percebemos, mas já não estávamos mais disfarçando a foda. Eu me flagrei segurando os seus seios, e ela me beijando. A minha mão estava na sua buceta, e eu tentando penetrar um dedo dentro dela junto com o meu pau entrando e saindo, com os movimentos da bunda dela. Ela começou a gemer, e o tempo começou a ficar mais quente para nos dois. Apesar do céu estar cinzento, aquela poltroninha estava fervendo. Alias, começou a fazer um barulho horrível que nos arrancou alguns risos, mas nada nos fez parar. 

Quando eu estava com a passagem para a Inglaterra comprada, Fernandinha me fez prometer que para nao nos atrapalhar em nenhum momento na viagem, ela passaria a tomar mais anti concepcional, para podermos largar a camisinha. Essa lembrança me veio a tona no momento em que comia a sua cona, e então comecei a dar bombadas mais fortes. Antes dela prometer isso, houve momentos em que eu a comia sem camisinha, mas me esforçava para gozar fora, e depois, ficávamos contando com a sorte. Dessa vez não. 


Cotninuei bombando nela, e ela gemendo ainda mais. Comecei a rezar para que ninguém das varandas ao lado ouvisse, ou se ouvissem, que não nos dedurasse para alguém do hotel. 




Pouco antes das primeiras pontadas para querer gozar, eu me levantei, fiquei em pé e trouxe a cabeça dela para mim pra a beijar. Ela continuou quente e rebolando, não queria parar com as metidas, não queria parar nenhum segundo de mergulhar a sua xota no meu cabeçudo pau. Ela me beijou e começou a olhar lá para baixo, na varanda, e a gemer. Não parava de gemer. Aquela sensação de meter com o medo de estarem te observando, ainda mais hoje em dia que se coloca tudo na internet é extremamente delirante. 

Por mim eu gozaria nela ali mesmo, em pé na varanda, mas, pensei na possibilidade de estarem nos observando. Isso para mim tudo mim, mas, poderia estar botando o rosto da menina em jogo, então a trouxe para a poltroninha de novo. 

Foi hora de gozar, gozar dentro da cona apertada da menina ruiva e cheia de amor pra dar. Ela delirou, rebolou mais no meu pau, adorando o meu gozo quente jorrando do meu pau e indo direto pra dentro dela. Ela sentiu aquele calor e deitou em mim, saciada. 

Eu continuei masturbando a sua buceta gostosa e vermelha, quando senti a minha porra descendo daquela buceta gostosa e molhada. Trocamos mais alguns beijos. Ela se levantou e toda a minha porra caiu no chão. Ela riu, e eu fiquei ainda mais excitado. Que cena linda de se ver.
Ela ajeitou a camisola para baixo, e eu escondi meu pau gozado para dentro da calça.
_Vamos tomar café bebê? 

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Isso é tudo por hoje meus queridos leitores, espero que tenham gostado, e, se tiveram tempo para ler, não custa nada um tempinho pra comentar, certo? 



 
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