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Gabriella (Parte 3)



Olá caros leitores. Para voce que perdeu as primeiras partes dessa saga Gabriella, segue os links:
Parte 1 e Parte 2. Bom aproveito!

O Quinto dia foi mais hardcore do que poderia imaginar. No meio da noite ela acabou se deitando do meu lado, acordei com o massagear dos dedos dela no meu saco, ela parecia estar querendo me excitar comigo dormindo, ou tentando me acordar de maneira fogosa. Vendo que eu não acordei, ela foi logo mergulhando para debaixo das cobertas para me chupar. Fingi dormir e ela começou a socar o meu pau bem fundo de sua garganta. Gozei sem avisar, e ela foi logo tomando toda a goza. Se levantou e foi preparar um café. Peguei os lenços dela e comecei a me limpar, pedi para tomar um banho e ela insistiu em ir comigo.



Como se não bastasse, metemos no chuveiro e fomos pelados ate o sofá, metemos por mais algumas horas ali, enquanto passava os desenhos da manhã, enquanto passava o jornal do almoço, não parávamos de meter por nenhum minuto. Sentia meu pau enfraquecer durante as fodas, e ela começava a reclamar de que a sua buceta estava assada, mas ela não queria perder nenhum momento da foda. Disse que iria passar na farmácia, comprar um energético para mim e uma pomada para a xoxota.

Eu fiquei na casa dela, arrumei a casa, e quando ela chegou da farmácia levei ela para o serviço. As 4 da manha fui busca-la e desda vez nem esperamos chegar em casa para começar a noite de prazer, ela foi logo chupando o meu pau enquanto eu dirigia.
Entramos na casa dela nos despindo, deixei minha camisa perto da porta, a calça dela no sofá, a camisa e o sutiã dela ficaram no chão próximo do banheiro, minha calça ficou na porta do quarto, minha cueca no pé da cama, a calcinha dela foi parar no ventilador de teto do quarto, e só na manha seguinte notamos que deixamos a chave da casa na porta e pro lado de fora da casa.


Deitei em cima dela e sem demora já fui metendo, dando bombadas nervosas, ela arranhando as minhas costas e eu metendo sem parar. Meu pau latejava de ardência, e os gemidos de prazer dela passaram a ser gemidos de dor, ela já não aguentava com a buceta vermelha e assada. Pediu para eu parar, passou saliva nos dedos e começou a esfregar na xota, mas não adiantou. Ela disse que ardia demais, nunca tinha contraído tanto e por isso a sua buceta já não aguentava mais levar ferro, pediu para que eu pegasse na sacola da farmácia a pomada para vagina e assadura, e aproveitei para tomar o energético.

O energético não serviu para nada no momento, nem a pomada, a buceta dela continuava irritada e vermelha, parecia ate estar inchada. Deitamos juntos, ela segurou meu pau e não parava de movimenta-lo, me olhou triste e se desculpou por não aguentar mais levar pica na buceta. Eu disse que tudo bem, e que poderíamos continuar outro dia.
Beijei sua testa, sabia que meu pau também não aguentaria muito tempo.

Foi quando ela levantou correndo, abriu uma gaveta, abriu outra, e debaixo de um roupão laranja ela encontrou um sachê de lubrificante. Me mostrou e riu, eu sabia o que estava por vir. Ela se deitou do meu lado com o sachê na boca, intacto. "Topas?", ela disse. " Só pode estar brincando, Nunca comi uma bundinha antes" (Mentira claro, mas só pra animar a deliciosa). Ela viu alto, e me disse no ouvido:

"Também nunca dei minha bunda para ninguém".


Mais tarde ela me contou que estava guardando aquele sachê quando começou a sair com um cara a uns dois meses atrás, o cara só dizia em comer o cu dela, certo dia ela comprou o sachê para fazer uma surpresa para ele, mas ele a decepcionou com algo, não perguntei o porque.

Abri o sachê, e ela foi logo ficando de quatro, comecei a espalhar no anus dela delicadamente, nas bordas e então penetrei o meu dedo indicador bem no fundo. Ela gemeu de leve, olhou para mim e continuava com o sorriso safado. Comecei a botar e a tirar o dedo do cuzinho apertado dela, ela repetia os mesmos gemidos, ainda não eram de prazer. Com a outra mão comecei a massagear a sua xota queimada, quente e vermelha. Ela mudou o gemido, pediu para que eu ficasse apenas no cuzinho, então, passei as duas mãos para o cuzinho apertado dela.
Ainda de quatro, eu de joelhos na cama, e com os meus dois dedos indicadores comecei a abrir o cuzinho dela, devagar, eu abri com um e enfiava o outro, mantendo o mesmo ritmo até ela começar a mexer os quadris deliciada. Quando cansou da brincadeira ela puxou um braço meu com tudo para perto de seio, e me disse: "Para de brincar, me atola logo". Meu pau já havia se recuperado, montei em cima dela e comecei a enfiar meu pau. O lubrificante ajudou com toda eficacia, o meu pau não parou um segundo, penetrou ela inteira e a vez soltar o primeiro gemido louco deste que havia ficado de quatro.

Ela gritou para falar a verdade, comecei o vai e vem, segurando com as duas mãos a sua bunda, metia no que chamam de posição do cachorrinho, na minha cadelinha. Ela gemia alto, a entrada do seu cu estava lubrificado, mas o que a incomodava era o aperto do seu cu. O meu pau ia entrando e saindo e o cu dela começava a se contrair. Comecei a apalpar os seios dela, e ela a se acostumar com o pau dentro de sua bundinha. Aos poucos ia requebrando o quadril, num ritmo bem lento, eu ia metendo de pouco em pouco no cu dela, não queria gozar logo nas primeiras bombadas, mas, ao meu ver, era ela a apetitosa ali na cama! Passou de assediada para carrasca, ela me deu uma traseirada que enterrou o meu pau todo dentro dela. Ela segurou a cabeceira da cama e disse para irmos. Outra traseirada.

Fiquei sem rumo, e ela riu. 'vamos, mete'. E outra traseirada. Na quarta vez que ela veio com tudo para em cima do meu pau eu a agarrei. Levantei o corpo todo dela, deixei ela de joelhos na cama, e comecei o vai e vem nervoso! Penetrava ela com muita facilidade por causa do lubrificante e ela encantada, colocou o rosto ao lado do meu ouvido e começava a falar bobagens sacanas: "Me fode mais, enfia mais, enfia tudo que voce conseguir. Enfia suas bolas no meu cuzinho". Eu não parava de bombar. A sua bunda já estava vermelha com os impactos que eu causava no corpo dela. A cama voltou a fazer o nheco nheco  ela começou a gritar, mas dessa vez mais violentamente. Perguntava se eu estava gostando, e eu só mordia o seu ombro, e beijava o seu pescoço. Louca, ela mesmo começou a masturbar a sua xota deliciosa, e no ritmo frenético que estávamos ela pediu arrego.

"Para... para.. para...".
Tirou meu pau de dentro do cu dela e todo o lubrificante junto com a minha goza escorreram pela cama. Eu havia gozado umas duas vezes dentro do cu dela, esgotado e com o pau semi duro, ela se virou e me abraçou. Me encheu de beijos e continuou abraçada no meu colo: "Eu Te Amo Edgar. Você é foda".

Ficamos abraçados ali por um momento, não a soltei. Meu pau amoleceu de vez, e ela voltou a se deitar, agora com o cu ardendo igual a buceta. Mas com toda certeza fora um dia inesquecível para nós dois...

...Continua....
 
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