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Amor no Colegial (Angela, parte 2)


Depois dos acontecimentos que tive com Angela, aos meus 16 anos
Voltamos a nos encontrar muitas outras vezes, não assumíamos um compromisso, até porque, nao queria ter a fama de namorara a garota no qual era conhecida como chupadora de saco atras da escola, ou chupadora de bucetas no banheiro feminino.

Certo dia, ja estava louco pra meter nela novamente, no intervalo, mandei entregar uma carta pra ela, que dizia sobre quando iriamos nos encontrar denovo, e ela me respondeu que pra mim estava disponivel o tempo todo.

Fiquei feliz com a resposta dela, mas, na verdade, eu queria era outras respostas.

Foi na mesma epoca, meus pais nunca ficavam em casa das 15 as 18 horas, mas, naquele dia, meus pais tinham compromissos mais longos, e eu estaria sozinho em casa das 15 até la pelas 22 horas. Resolvi a convidar, para abrir o jogo e saber quem ela realmente era.

Ela chegou as 15:10, estava cheirosa, banho tomado, e perfumada, estava com os olhos pintados, uma gracinha. Mas, uma coisa havia mudado naquela bela garota, ela havia acabado de vir do dentista, e estava usando aparelho dentario.

Só pra observação, o meu plano, naquele dia, era dizer pra ela que queria uma chupetinha deliciosa, e durante o ato, eu iria perguntar se era verdade os boatos que se espalhavam sobre ela. Mas, confesso que fiquei morrendo de medo ao ve-la de aparelho, entao, resolvi conversar com ela primeiro.

Chegamos no meu quarto, e em vez de fechar as cortinas, como fiz das outras duas vezes que haviamos transado ali, eu as abri, sentei na cama e disse pra ela se sentar do meu lado, comecei perguntando: "É serio, preciso de respostas, nao consigo mais te beijar enquanto nao souber, é verdade que voce chupa o pau do Marquinhos e de toda a garota dele no fundo da escola?"
Uma nota importante é informar que, Marquinhos era o maior comedor de todo o colegio, ja havia tirado a virgindade de umas 8 garotas mais velhas, a historia dele eu posso contar outra hora!

Ela abriu os olhos arregalados, nao sabia o que dizer, entao, foi logo me contando:
_Acontece que, ele fica me pressionando, ele quer mesmo que eu o chupe, assim como algumas garotas quando entro no banheiro, todos eles querem me zoar, fazer com que eu seja uma escrava sexual, mas admito que, nunca pus a minha boca no pinto de ninguem, e nunca ninguem me tocou.

Essa era a versao dela, nao sabia ao certo se tinha que acreditar ou nao mas, como o pessoal da escola era bem sacana, era capaz mesmo que estavam apenas a zoando, ou a defamando. Naquele momento, me surgiu a pergunta se aquela vez que transamos no meu quarto, fora a primeira vez dela, assim como fora a minha primeira vez oficializada. Mas nao me arrisquei a perguntar, na verdade, essa é a duvida que tenho até hoje, ela era ou nao era virgem?

Ficamos deitados por algumas horas, resolvemos assistir a um bom filme, desci na cozinha e preparei pipoca para nós, ficamos assistindo a Entrevista com o Vampiro, e, foi naquele dia o mais tranquilo dos nossos encontros, ela estava cheirando tao bem, que nao resistia, dava-lhe varios beijos. Quando chegou na metade do filme, a pipoca ja tinha acabado, nao resisti e tive que tenta-la. Fui beijando o seu pescoço, os ombros, coloquei o cabelo dela de lado e fui beijando atras da orelha. Senti o seu corpo todo arrepiar, ela estava ficando excitada.

 Angela se virou e me beijou com tudo que pode, pude sentir a diferença no seu beijo, a primeira garota que estava beijando de aparelho. Ela então me olhou com olhos bem profundos, sabia o que estava fazendo, abaixou o meu short, notou que eu estava com o pau muito duro, alisou o meu pau certa de umas 5 vezes e riu, com aqueles dentinhos engradados.
Tirou o meu pau da cueca e entao o lambeu, parecendo um picolé. Lambei novamente e eu ja estremeci, era uma sensaçao otima, nunca tinha sentido nada igual, ela foi lambendo, mais rapido, mais rapido, e entao, o enfiou na boca, bem devagar! Podia sentir o braço dela tremer, ela estava com medo de estar fazendo algo errado, e ria de desespero, pra querer me dizer que estava tudo bem.

Ela começou a chupar o meu pau com mais jeito, passava a lingua enquanto ele estava na sua boca, e ela ia, pra cima e pra baixo com a cabeça, lambuçando o meu pau todo na sua boca.

Quando estava prestes a gozar, nao sabia muito bem o que fazer, me desesperei, queria sentir o gozo enquanto o meu pau estava coberto pela boca dela, antes que pudesse a avisar sobre o meu gozo, acabei gozando na goela da garota. Ela levantou desesperada com um susto, e engoliu assim que abri os olhos.

Ela parece ter ficado brava comigo, correu pro banheiro, talvez pra vomitar, nao sei.

Demorou uns 10 minutos, ja estava na porta do banheiro perguntando se estava tudo bem com ela. Ela abriu a porta e quando a vi, estava sentado no chao do banheiro, chorando. Ela dizia que aquilo nao era certo, estavamos fazendo sexo e avançando na relação de maneira errada, e que deviamos ser namorados pra continuar. Não tinha muito o que dizer, teria que aceita-lha como namorada, infelizmente, ao aceita-la como namorada, eu teria que enfrentar os grandalhões da escola que queriam a boca dela no pau deles. Mas ela era uma gracinha, uma doce garota, branquinha, de pele parecida com a neve, ela era ruiva, mais puxado pro castanho, e o sorriso encantador, ainda mais com o aparelho.

Eu disse sim pra ela, e que iriamos assumir o namoro juntos pra todo o pessoal da turma, afinal, fora a primeira garota na vida que consegui comer primeiro e namorar depois, juro.

Ela ficou alegre, e ali mesmo no banheiro me disse as primerias coisas picantes que ouvi na vida: "Adorei a sua porra", ela segurou o meu saco, por cima do short, abaixei o short ate o chao, e ela se levantou um pouco pra chupa-lo denovo. Dessa vez, dei um tapinha no ombro dela quando estava para gozar, ela tirou a boca e terminou me masturbando.

Pessoal, amanha continuo o resto da aventura que tive com Angela naquela tarde.
 
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